Um DJ para cada tipo de festa
Um casamento não se toca como uma festa de empresa, e um baptizado não se toca como uma passagem de ano. Aqui está o que muda em cada um, e o que perguntamos antes de propor seja quem for.
DJ para casamento
São três festas seguidas na mesma noite: o cocktail, o jantar e a pista. Cada uma pede um volume e um papel diferentes, e a passagem entre elas é onde se vê a diferença entre um DJ e uma coluna com Bluetooth.
Os momentos marcados combinam-se ao detalhe antes do dia — a entrada, a primeira dança, o corte do bolo — e as músicas que não podem tocar de todo são uma lista tão importante como a das que têm de tocar.
Escrevemos sobre isto ao pormenor na página de DJ para casamento, com zonas próprias para Lisboa, Sintra, Cascais, Porto e Algarve.
DJ para festa de empresa
O erro clássico é tratar isto como uma discoteca. Não é: há um jantar, há discursos, há gente de todas as idades e há colegas que se querem ouvir a falar. A música tem de servir a conversa primeiro e a pista depois, e a hora de virar o jogo raramente é a que se combina no papel — lê-se na sala.
Também há a parte prática que ninguém pensa até ao dia: microfone para quem discursa, som para o vídeo institucional, e um plano B se a apresentação falhar. Diga-nos que há discursos e isso entra na proposta desde o início.
DJ para aniversário
Dos 18 aos 60, e cada um com a sua pista. Um 18 anos quer o que está a dar; um 40 quer os anos 90 e 2000 com que cresceu; um 60 quer ouvir o que dançava na juventude sem ficar preso lá a noite toda. Dizer-nos a idade de quem faz anos muda mais a proposta do que o número de convidados.
Se é surpresa, diga-nos: o momento da entrada trabalha-se, e é a diferença entre um susto e uma cena de que se fala durante anos.
DJ para baptizado e comunhão
Almoço de família, avós à mesa e miúdos a correr pelo meio. Isto não se toca alto: durante a refeição a música é fundo, ao volume em que se conversa sem levantar a voz, e só no fim é que se abre pista para quem quiser dançar.
É dos formatos em que mais vale a pena dizer connosco antes o que a família gosta, porque a pista faz-se com três gerações ao mesmo tempo — e o que junta avós e netos não é a mesma lista de um casamento.
DJ para festa de finalistas e praxe
Energia do princípio ao fim, sem aquecimento. Aqui não há jantar a segurar a noite: as pessoas chegam já com vontade e a pista abre cedo. Pede um DJ com estamina e com leitura, porque uma sala de estudantes muda de humor depressa.
É também onde o som costuma ser subdimensionado: pavilhões e salas grandes engolem potência, e uma coluna a mais faz mais pela noite do que o alinhamento perfeito.
DJ para bodas de prata e de ouro
Vinte e cinco ou cinquenta anos de casados, e a festa é para eles mas com os filhos e netos na sala. A música da época deles é o coração da noite — e é preciso alguém que a conheça a sério, não que a procure na hora.
A música do casamento original, se souberem qual foi, vale ouro no momento certo. Digam-nos e tratamos disso.
DJ para festa de Natal de empresa
Dezembro é o mês mais disputado do ano e as datas boas fecham em Outubro. Se a festa é em Dezembro, perguntar cedo não é excesso de zelo — é a diferença entre escolher o DJ e aceitar o que sobra.
No resto funciona como uma festa de empresa: jantar primeiro, discursos pelo meio, pista no fim. E sim, tocam-se clássicos de Natal — no jantar, não na pista.
DJ para passagem de ano
Tem um momento que não se pode falhar, e é o único evento em que a música tem hora marcada ao segundo. A contagem, o brinde e o que toca imediatamente a seguir combinam-se antes — a seguir à meia-noite é quando a pista decide se fica ou se vai embora.
É a noite mais cara e mais disputada do ano para qualquer DJ. Quem trata disto em Setembro escolhe; quem trata em Dezembro paga mais e escolhe menos.
DJ para discoteca e bar
É de onde os nossos DJs vêm, e por isso é onde estão mais à vontade. Trabalhamos noites soltas, substituições de última hora e residências fixas.
A conversa aqui é outra: fala-se de cachet por noite, de horários e de continuidade, e quase sempre o equipamento já é da casa. Ligue-nos que resolve-se por telefone, mais depressa do que por formulário.
DJ para activação de marca e evento corporativo
Aberturas de loja, lançamentos, feiras e stands. Aqui a música é cenário e não espectáculo: tem de dar identidade ao espaço sem tapar as conversas de quem está a vender ou a ser vendido.
Se a marca tem um universo sonoro definido, trabalhamos dentro dele. E se o evento tem imprensa ou filmagem, o som pensa-se também para a câmara — o que soa bem na sala nem sempre soa bem no vídeo que vai para as redes.
DJ para festa particular
Em casa, numa quinta alugada, num terraço. O que muda aqui é quase sempre o que está à volta: vizinhos, horários e electricidade. Uma casa normal não tem tomada para um sistema grande, e a pior altura para descobrir isso é com a pista cheia.
Perguntamos essas três coisas logo na primeira conversa, e o equipamento vai dimensionado ao que o sítio aguenta.
DJ para festa de verão e pool party
O som ao ar livre não tem paredes que o segurem: espalha-se e perde-se, e a resposta não é volume, é equipamento bem posto e dimensionado ao espaço aberto. Junto ao mar, o vento decide onde as colunas devem ficar.
E há o detalhe que estraga festas: água e equipamento não se dão. Uma cabine à sombra e longe da borda da piscina não é preciosismo, é o que garante que a música chega ao fim da tarde.