DJ para batizado: música para três gerações à mesma mesa
Um batizado não é uma festa pequena, é uma festa diferente. Começa a meio do dia, com gente de todas as idades sentada à mesa, e tem de sobreviver a três ou quatro horas de almoço antes de decidir se vai virar festa ou acabar no café. Contratar um DJ para um batizado é contratar alguém que sabe conduzir essa passagem sem forçar nada.
A música do almoço não é a música da festa
A parte mais longa do dia é também aquela em que menos se dá pela música, e é justamente aí que ela mais se estraga. Volume a mais e ninguém consegue falar com quem está do outro lado da mesa. Volume a menos e a sala fica com aquele silêncio de restaurante. O ponto certo é simples de descrever: duas pessoas sentadas frente a frente conversam sem levantar a voz, e mesmo assim percebe-se que há música na sala.
Quanto ao repertório, a regra é não pedir atenção. Coisas conhecidas, bem tocadas, sem picos: bossa, soul antigo, versões acústicas, e português dos que toda a gente reconhece sem precisar de saber o nome. É a mesma lógica de música para o cocktail e o jantar de casamento, com uma diferença importante: no batizado há crianças acordadas e há bebés a dormir ao colo, e isso obriga a mais contenção nos graves.
Os momentos que existem, e valem ser marcados
- A chegada do bebé à sala, quando vem da igreja. É o único momento em que toda a gente olha para o mesmo sítio ao mesmo tempo.
- O bolo. Curto e com uma música escolhida, não com o que estivesse a dar.
- Discursos ou agradecimentos, que quase sempre acontecem sem estarem previstos, e é por isso que um microfone à mão faz diferença.
- A primeira música de pista, a seguir ao bolo, que decide se a tarde acaba ali ou continua mais duas horas.
O bloco das crianças, bem gerido
Há um erro clássico nestas festas: dar a tarde inteira às crianças. Passadas três músicas de desenhos animados os adultos saem da sala, e depois já não voltam.
O que funciona é o contrário: um bloco curto e certeiro, meia hora bem posta, com as músicas que elas realmente querem, num momento em que os adultos ainda estão a acabar o café. As crianças ficam servidas, ficam cansadas, e a pista fica livre para o resto da tarde. Um DJ que faça batizados com regularidade sabe onde encaixar esse bloco sem partir a festa ao meio.
Vale a pena DJ, ou chega uma coluna com uma playlist?
É uma pergunta honesta e a resposta depende do que quer que aconteça. Se o objectivo é ter música de fundo agradável durante o almoço e mais nada, uma boa coluna e uma playlist preparada resolvem, sobretudo em casa.
Se quer que a tarde vire festa, a diferença está exactamente nos vinte minutos a seguir ao bolo. É aí que alguém tem de olhar para a sala, perceber quem está com vontade de dançar, e escolher a música que levanta as primeiras cinco pessoas. Uma playlist toca o que está escrito, aconteça o que acontecer na sala. Se a festa for em casa ou no quintal, as questões de montagem e de vizinhança estão tratadas no DJ para festa em casa.
Três gerações, uma pista
A pista de um batizado bem feito tem os primos adolescentes, os pais na casa dos trinta e os avós, e não é um milagre: é construída por camadas. Começa-se pelo que junta toda a gente, e só se vai buscar o mais recente depois de a pista já estar cheia. Muito do repertório que funciona aqui é o mesmo dos casamentos portugueses, e está listado nas músicas que não podem faltar.
Se quiser ver que outros formatos fazemos, a página dos tipos de evento tem tudo. E se já sabe a data, diga-nos como é: o som e a luz são tratados por nós, com o custo fechado na proposta.