As perguntas a fazer ao DJ antes de contratar
Sete perguntas certas separam um profissional de um amador, e quase nenhuma é sobre música. São sobre o que acontece quando algo corre mal, sobre equipamento, sobre o espaço e sobre a forma como a vossa festa vai ser preparada. Um profissional responde a todas sem hesitar, porque já lhas fizeram cem vezes. Um amador atrapalha-se logo na primeira.
As sete perguntas que deve fazer sempre
- E se ficares doente no dia? A resposta tem de ser um nome e um plano, não uma promessa de saúde. Ninguém escolhe o dia em que fica doente.
- O equipamento é teu? Quem toca com material próprio conhece-o, mantém-no e leva sobressalentes. Quem aluga à pressa ou pede emprestado descobre os problemas na vossa festa.
- Já tocaste neste espaço? Se sim, óptimo. Se não, a resposta profissional é querer visitar ou falar com o espaço antes, não um encolher de ombros.
- Como combinas a música connosco? Deve existir uma conversa a sério sobre momentos, estilos e gerações, não um formulário genérico nem um vago fica descansado.
- O que precisa o espaço de ter? Corrente, acesso para carga e descarga, horas de montagem. Quem sabe o que vai perguntar ao espaço já montou muitas festas.
- Posso dar lista de músicas proibidas? A resposta certa é sim, sem drama. A música é vossa; o DJ é o profissional que a serve bem.
- Como funciona o sinal e o pagamento? Peça para ver isto escrito no contrato antes de assinar: a data, as horas contratadas, o valor fechado e o plano B em caso de doença. Sinal e forma de pagamento não deviam ser conversa deixada para a última hora.
A pergunta do plano B é a mais importante
Uma gripe na véspera não avisa, e o casamento não se adia. Um DJ sozinho, por melhor que seja, tem um problema sem solução se acordar sem voz e sem substituto. É uma das vantagens práticas de contratar através de uma carteira de DJs: se um cai, entra outro com o mesmo briefing, as mesmas listas e o mesmo alinhamento, e os noivos nem chegam a sentir o susto. Seja connosco ou com outros, não assine sem esta resposta por escrito. E não aceite a versão falada: um nome dito ao telefone esquece-se, uma cláusula de substituição no contrato não.
As respostas que devem deixar alerta
Nunca falhei não é um plano B, é sorte acumulada. O equipamento arranja-se não é equipamento. Eu sei o que funciona, dito antes de perguntar o que vocês gostam, é sinal de quem vai tocar a festa dele e não a vossa. E atenção ao preço fechado sem uma única pergunta sobre o espaço, as horas ou os convidados: quem não pergunta nada está a adivinhar, e a conta chega depois. Se as respostas forem vagas nesta fase, em que ainda vos querem conquistar, imagine depois de assinado. O padrão é sempre o mesmo: o profissional responde com detalhes concretos da vossa festa, o amador responde com frases feitas que serviam para qualquer festa.
O que fazer com as respostas
Ponha as propostas lado a lado e compare o que está dentro de cada uma, não só o valor final. Horas cobertas, hora extra, substituição garantida, quem trata do som e da luz. Boa parte destas dúvidas já está respondida no nosso FAQ, e o processo de escolha completo, dos sets gravados aos sinais de alarme, está em como escolher o DJ para o casamento.
Se preferir fazer estas perguntas a quem já as ouviu todas, diga-nos a data e o espaço em pedir proposta. Falamos consigo em menos de 2 horas, e pode perguntar tudo antes de decidir seja o que for.